O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, lançou na última terça-feira (27/11), em Brasília, a nova campanha do Ministério da Saúde (MS) para o Dia Mundial de Luta contra a AIDS, comemorado anualmente em 1º de dezembro, desde 1987. Com o tema "O jovem e seu direito de exercer sua sexualidade e de usar preservativo" e slogan "Sua atitude tem muita força na luta contra a Aids", a campanha pretende afirmar os direitos do adolescente de viver sua sexualidade e de ter acesso ao preservativo e à informação.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Uso da camisinha ainda é tabu entre muita gente
O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, lançou na última terça-feira (27/11), em Brasília, a nova campanha do Ministério da Saúde (MS) para o Dia Mundial de Luta contra a AIDS, comemorado anualmente em 1º de dezembro, desde 1987. Com o tema "O jovem e seu direito de exercer sua sexualidade e de usar preservativo" e slogan "Sua atitude tem muita força na luta contra a Aids", a campanha pretende afirmar os direitos do adolescente de viver sua sexualidade e de ter acesso ao preservativo e à informação.
Mulheres e homossexuais são foco da campanha
Desta vez, o foco da campanha são mulheres e homossexuais da faixa etária de 13 a 24 anos, grupo mais vulnerável à contaminação, segundo dados do último Boletim Epidemiológico do MS. De acordo com a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do ProSex – Projeto Sexualidade, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), as mulheres aceitam sexo sem camisinha só para agradar aos homens. “Para o jovem que não tem experiência e teme fracassar, o uso da camisinha aumenta a possibilidade de falha, porque o garoto tem de parar o ato para vesti-la e, neste momento, tem medo de perder a ereção”, explica.Mas o que a mulher tem a ver com a insegurança do parceiro? “A moça tem receio de, ao solicitar ou exigir que o parceiro use o preservativo, acabe provocando uma quebra no clima das preliminares”, esclarece a psiquiatra, acrescentando que tal situação é comum em casal jovem, quando está começando a atividade sexual. Porém, se todas as garotas mudarem o comportamento e passarem a exigir o uso do preservativo, os parceiros não terão outra escolha, a não ser aceitar e concordar. "É muito importante que as mulheres tenham um grau de consciência e saibam que se o uso do preservativo for um comportamento homogêneo, o rapaz fará disso uma prática e o uso da camisinha estará consolidado", observa.
Um preservativo que tinha tudo para dar certo
Embora a camisinha seja um preservativo de fácil utilização e comprovada eficiência na prevenção de gravidez, AIDS e outras DST’s, seu uso entre os adolescentes ainda é tabu. A inibição continua sendo um fator importante quando pesquisadas as resistências dos jovens ao consumo dos preservativos. Um levantamento realizado pela Rede Cidade Criança, de Aracaju-Se, revelou as principais razões que os jovens apresentam para não usar preservativo. (Veja o quadro baixo) As pesquisas indicam ainda que muitas pessoas perpetuam o comportamento sexual adotado na adolescência pelo resto da vida, o que justifica a temática da atual campanha do MS para o Dia Mundial de Luta contra a Aids, bem como a implementação de programas educativos destinados aos jovens.
Para José de Jesus, 24 anos, que teve a primeira relação sexual aos 14, em certas ocasiões é necessário o uso do preservativo. Questionado sobre o que quer dizer com “certas ocasiões”, o mesmo foi categórico. “Depende muito da pessoa com quem estou indo pra cama. Por exemplo, não costumo usar camisinha com pessoas conhecidas, com quem mantenho relacionamento estável. Porém, com desconhecidos sempre uso”, explicou.
Já para Juliano Santos, 25, que declara ter múltiplas parceiras, a situação é ainda mais séria. “Eu odeio camisinha! Só uso quando não tem jeito mesmo”, exclamou, alegando que o látex dos preservativos, além de irritar a pele, atrapalha a sensação de prazer derivada de transar sem camisinha. Juliano transou pela primeira vez aos 16 anos e de lá pra cá, afirma lembrar as poucas vezes que usou camisinha na relação.
Principais razões apresentadas pelos jovens para não usar preservativos, segundo reportagens publicadas pelos veículos teens nos últimos meses

- Inibição - seja na hora da compra, seja na de utilizar;
- Medo de quebrar o clima e o parceiro desistir da "transa";
- Redução do erotismo e do prazer;
- Romantismo e confiança ("com uma pessoa tão especial não preciso usar", "confio no meu namorado");
- A excitação acontece e não há preservativos à mão;
- Associação do preservativo apenas à contracepção ("agora tomo pílula, então não preciso mais da camisinha");
- Medo de perder a ereção (no caso dos homens);
- Medo de parecer uma garota vulgar ou promíscua (no caso das mulheres);
- Desinformação quanto aos comportamentos de risco e às formas de prevenção;
- Autoconfiança ("a doença não vai me atingir", "isso nunca vai acontecer comigo");
Os especialistas completam a lista:
- Sentimento de culpa (a presença do preservativo representa ter que assumir por completo a sexualidade);
- O estímulo erótico de nossa cultura, reforçado pela mídia, faz a primeira relação sexual acontecer cada vez mais cedo.
Aprenda a usar o preservativo masculino
Coloque a camisinha com o pênis ereto, antes que ele toque a vagina. Isso deve acontecer desde o início do ato sexual, já que existe a eliminação de um fluido pré-ejaculatório com quantidades suficientes de espermatozóides para que ocorra a contaminação ou a fecundação. Portanto, mesmo sem ejacular dentro da vagina, só com o líquido que deixa o pênis "molhado", já pode ocorrer gravidez ou a contaminação pelo vírus HIV.Abra a embalagem com cuidado - nunca com os dentes - para não furar a camisinha.Coloque a camisinha somente quando o pênis estiver ereto.
Aprenda a usar o preservativo feminino
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Pistoleiros invadem e agridem a Comunidade Negra de Cairu, em Salinas das Margaridas
Diante deste quadro, solicita-se a todos que acessarem esta mensagem, divulguem para dar visibilidade ao caso e que enviem e-mail e fax para as autoridades de maneira a evitar a impunidade e garantir o direito e a segurança da comunidade. As mensagens podem ser enviadas para:
Matéria publicada
Para quem conseguiu pegar o Bahia Notícias, edição nº 22 (23/11), não deixe de conferir a página 15. Na página "Sou Repórter", destinada exclusivamente a matérias produzidas por estudantes de jornalismo, há uma matéria minha publicada sob o título "Governo prevê qualificação para deficientes".terça-feira, 20 de novembro de 2007
Valeu Zumbi!

Fonte: Agência Brasil
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Acessibilidade, onde queremos chegar?

adilma@vidabrasil.org.br, vbsalvador@grupos.com.br
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Abuso Sexual: o perigo está dentro de casa
Por Lázaro LamberthDoenças sexualmente transmissíveis
Dores na região genital e abdominal
Gravidez
Infecções
Sangramento
Conhecimento sexual não condizente com a fase em que o menor se encontra
Masturbação excessiva
Aparência desleixada
Auto-agressão
Choro constante sem causa aparente
Depressão
Distúrbios alimentares
Distúrbios do sono
Fuga de casa
Isolamento
Medo
Pensamentos e tendências suicidas
Preocupação exagerada com a limpeza corporal
Queda no rendimento escolar
Rua Gregório de Matos, PelourinhoTel.: (71) 3321-5202 / 3321-5196.
DERCA - DELEGACIA DE REPRESSÃO AO CRIME CONTRA A CRIANÇA E O ADOLESCENTE
Tel.: (71) 3316-2151 / 3381-8431/ 3381-4076
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Governo prevê qualificação para pessoas com deficiência

Anunciado no final de setembro pelo governador Jaques Wagner, o Plano Territorial de Qualificação Profissional e Social da Bahia – Planteq, prevê investimentos, até o final deste ano, de aproximadamente R$ 5,5 milhões na capacitação de trabalhadores baianos, em especial pessoas com deficiência – PCDs, uma minoria que enfrenta maior dificuldade para ingressar no mercado de trabalho.
Acessibilidade
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
EXCLUÍDOS DA ACADEMIA

segunda-feira, 22 de outubro de 2007
CHEIRO DE PERIGO NO AR

O Boris Casoy foi calado, despedido por ordem do Lula. Agora, o Jabor foi processado, condenado, calado por ordem do Lula. É um escândalo!!!... A imprensa divulgou a sentença que condenou o Jabor a pagar indenização por danos morais, dois dias antes do Juiz assinar a sentença.
Este texto deve se transformar na maior corrente que a internet já viu.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Que Tropa! E que Elite!

Primeiro o filme traz um retrato nu e cru da nossa Tropa. A corrupção que está presente dentro de parte da policia, que eles chamam de banda podre. Claro que temos policiais honestíssimos e no filme existem belos exemplos. Também sabemos que a corrupção está presente em todos os segmentos, embora temos que concordar que na policia ela se torna mais dramática pelo seu oficio de nos proteger e onde temos contato, na maioria das vezes, nas nossas horas de mais aflição e desespero. Ninguém vai a uma delegacia matar o tempo ou bater papo.
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Tropa de Elite revela a pura realidade do crime organizado brasileiro
Por Lázaro LamberthEu particularmente concordo com o posicionamento da matéria. Desde quando tive a oportunidade de assistir o filme em casa de amigos na semana retrasada (em cópia pirata, diga-se de passagem rsrs), concluí que Tropa de Elite é um filme atual e muitíssimo interessante. Pretendo assisti-lo novamente no cimena.
Por isso, o Indicação da Semana desta vez vai para Tropa de Elite. Um filme que tem por mérito a capacidade de chamar a atenção para a gravidade da violência existente no país e a necessidade de modificar "de alto a baixo" o sistema de segurança pública no Brasil.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Indicação da Semana: "Na toca dos leões"

O autor conta de forma detalhada, mas não cansativa, a história dos três sócios que se confunde com a da publicidade nacional. A chegada da família de Gabriel e Javier ao Brasil; a formação universitária; a entrada no ramo da publicidade; quando se conheceram; como ficaram amigos e, principalmente, de que modo se deu a sociedade que originou a W/Brasil. Transitam também entre os capítulos muitas celebridades como Paulo Maluf, Vinicius de Morais, Abraham Kasinski, Fernanda Montenegro e até o dono da Microsoft, o bilionário Bill Gates, além de muitos anônimos.
Gabriel Zellmeister e Javier Llussá têm histórias bem parecidas. Ambas as famílias vieram para o Brasil em decorrência de fugas de guerras: a primeira da Alemanha Nazista e a segunda, da Guerra Civil Espanhola. Suas famílias passaram por momentos críticos. Gabriel perdeu o pai em um acidente de carro e o irmão na guerra entre árabes e judeus. Javier teve de trabalhar na construção civil. Mas apesar de todas as dificuldades, venceram se transformaram em grandes profissionais. Llussá saiu da categoria de operário para empresário dono da fábrica de sorvetes Gelato, que viria a disputar a com Kibon o mercado nacional de sovertes. Zellmeister em pouco tempo se transformou em um dos diretores de arte mais requisitados e premiados do Brasil. Foi o responsável por grandes inovações tecnológicas no setor publicitário, como, por exemplo, a primeira campanha feita em computador e o outdoor de 32 folhas.
No ano de 1986 surgia o espectro da W/Brasil. Olivetto, Llussá e Zellmeister se juntaram na W/GGK que viria a se transformar em W/Brasil posteriormente. O dia 8 de julho de 1986 seria um divisor de águas da comunicação publicitária do país. Às 9 horas da manha Roberto Duailibi, dono da DPZ receberia, sem muita explicação, a noticia da saída de seu profissional mais requisitado. À tarde o Brasil saberia da saída de Olivetto da DPZ e os motivos da mesma. — "Acabo de me demitir da DPZ, a partir de hoje, sou presidente e diretor de arte da W/GGK, empresa da qual passo a controlar 50% do capital", anunciou Washington de modo curto e grosso.
Fernando termina o livro contando a dramática história do seqüestro de Washington e como foi o período em que ficou em cativeiro. O sofrimento da família, dos amigos, o trabalho dos policiais e da imprensa. Esta teve um comportamento bastante peculiar, não publicou notícias especulativas como de costume. O pedido partiu dos sócios, afim de não atrapalhar as investigações e negociações. Com duração de quase dois meses, o seqüestro teve um desfecho inusitado. Washington foi liberto sem precisar pagar o resgate. O publicitário ao ver o policial com a arma em punho, disse: "Abaixa esse negócio, meu! Sou Washington Olivetto, corintiano".
O livro de 495 páginas, publicado pela Ed. Planeta, 2005, é bastante ilustrado. São inúmeras fotos dos publicitários, de seus familiares e amigos. As campanhas mais famosas também dão vida a diversas páginas. Aliado a isso as narrativas de algumas campanhas dão ao leitor a possibilidade de mergulhar no fascinante mundo da publicidade. Além do mais, sendo o livro destinado a profissionais e estudantes de comunicação, em especial os publicitários, deixa bem claro que a publicidade não é feita apenas de glamour. Desde o início fica evidente que boas idéias não bastam para ser um bom publicitário e fazer boas campanhas. Dedicação, esforço e seriedade são fundamentais, talvez até mais importantes. Além de mostrar que a propaganda tem um lado social, para os que a considera fútil e meramente comercial.A habilidade de Morais com as palavras é admirável! Mais do que falar de uma agência e de seus donos, ele relata a evolução e os tempos áureos da comunicação brasileira.
sexta-feira, 5 de outubro de 2007

De acordo com dados do último Censo (2000), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem no Brasil 24,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que equivale a 14,5% da população. Destes, estima-se que dois milhões estejam na Bahia e quase 600 mil só em Salvador.
Embora o panorama nacional de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade revele avanços significativos, a maioria delas ainda enfrenta situação de violação de direitos, associada à falta de acesso à escola, saúde, trabalho, transporte, lazer e cultura. O preconceito e a falta de acessibilidade são os principais problemas, pois obstruem a participação do deficiente na sociedade, o que aumenta a exclusão, observa Luíza Câmara, presidente da Abadef, que tem deficiência física e usa cadeira de rodas para se locomover.
Acessibilidade
A falta de acessibilidade dificulta e impossibilita o convívio social, aumentando os níveis de exclusão social. Segundo um estudo realizado em agosto de 2006, pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), a questão está muito mais ligada à conscientização e à sensibilidade do que às leis e normas.
Grande parte dos investimentos realizados para adequações de edificações ou espaços públicos não encontra a devida funcionalidade, pois o enfoque está apenas no cumprimento da legislação. "É comum encontrarmos pela cidade adaptações para deficientes completamente inadequadas", observa Edmundo Xavier, membro da Cocas, que, em parceria com a ONG Vida Brasil, vem realizando um estudo com o objetivo de mapear as deficiências da cidade de Salvador na questão da falta de acessibilidade e adaptações inadequadas, no intuito de propor aos órgãos públicos a adoção de medidas para melhorar a situação.
Mercado de trabalho
De acordo com a Lei nº 10.098, de 2000, e o Decreto nº 3.298, de 1999, toda empresa com mais de cem funcionários é obrigada por lei a reservar parte das suas vagas para PCDs. Apesar da obrigatoriedade, há empresas que até hoje não cumprem a legislação. A fiscalização pelo cumprimento das cotas é de responsabilidade da Delegacia Regional do Trabalho (DRT), que, em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT), autua e multa as empresas que não cumprem a lei.
Por conta da legislação, o número de pessoas com deficiência incluídas no mercado de trabalho vem aumentando progressivamente, mas as ofertas de vagas ainda são maiores que a disponibilidade de profissionais com os requisitos exigidos pelas empresas. Segundo o Centro de Atendimento Profissional de A a Z (Capaz), ligado à Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), a falta de capacitação é um dos fatores que dificultam o acesso das pessoas com deficiência ao mercado de trabalho, tanto que uma das atribuições do Capaz é justamente promover atividades que viabilizem a capacitação e inclusão de idosos e deficientes no mercado de trabalho.
No entanto, segundo o estudo realizado pela Febraban sobre acessibilidade e mercado de trabalho, atribuir a exclusão dos deficientes do mercado de trabalho à falta de capacitação profissional é simplificar demais as coisas, uma vez que tal problema afeta também as pessoas sem deficiência. É necessário tomar cuidado para não subestimar ou superestimar o desempenho desses profissionais, inventando mitos que, em vez de contribuir para a inclusão, acentuem as diferenças e gerem novas formas de preconceito e discriminação.
O que eles pensam
Para o cobrador de ônibus Rubens Nascimento, 28 anos, que perdeu a perna devido a um acidente de carro, embora o preconceito seja uma barreira para a inserção no mercado de trabalho, ele nunca se fez "coitadinho" e mesmo antes de conseguir emprego com carteira assinada através do sistema de cotas, já trabalhava no mercado informal como vendedor ambulante e ajudante de pedreiro.
Na questão da locomoção, é consenso entre as pessoas com deficiência que a falta de transporte público adaptado é o principal obstáculo. Os ônibus equipados para deficientes são poucos e não atendem à demanda da população com deficiência. "Como trabalho no centro da cidade, tenho que sair de casa bem mais cedo, para chegar ao trabalho no horário, sem falar na condição dos ônibus urbanos, completamente inadequados para o deficiente", afirma Rosimeire Silva, 23 anos, que teve paralisia infantil, anda de muletas e todo o dia enfrenta uma maratona para chegar ao trabalho.
Para quem tem deficiência visual, o problema é ainda mais grave. Na opinião da estudante Mara Barreto, 25 anos, que perdeu a visão aos 18 por causa de glaucoma, a cidade não é estruturada, principalmente para os deficientes visuais. Além da falta de infra-estrutura em Salvador, Mara aponta a discriminação como outro grande problema para a inserção do cego não só ao mercado de trabalho, mas à sociedade como um todo.
Já para quem tem deficiência auditiva, a principal dificuldade é a comunicação. Tatiane Souza, 22 anos, que trabalha como empacotadora em um supermercado da cidade, afirma que as pessoas relutam em se comunicar com o deficiente auditivo, por concluir que não serão compreendidas. Diante do impasse, é comum presenciar deficientes auditivos conversando apenas entre si, através da língua brasileira de sinais (libras), ou usando mímicas e gestos ao se comunicar com as demais pessoas.
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Plano de ação para o trabalho de História do Jornalismo
FIB – CENTRO UNIVERSITÁRIO DA BAHIAHISTÓRIA DO JORNALISMO / MATUTINO
PLANO DE AÇÃO DO TRABALHO COLETIVO AV2
Professor: Luís Guilherme Pontes Tavares
Coordenador: Lázaro Britto dos Santos
BICENTENÁRIO DA IMPRENSA NO BRASIL
05.11.2007
DESCRIÇÃO DO TRABALHO
A Rede Alfredo de Carvalho – http://www.jornalismo.ufsc.br/redealcar/ – promoverá o VI Congresso Nacional de História da Mídia em Niterói, no período de 13 a 16 de maio de 2008, com o apoio da Universidade Federal Fluminense – UFF – coroando assim as ações desenvolvidas desde 2001 para as comemorações do Bicentenário da Imprensa no Brasil. Além da Rede Alfredo de Carvalho, outras instituições estão preparando programação para 2008 (veja relação anexa). Vamos verificar junto a elas o que será realizado no próximo ano, lembrando que há, pelo menos, três datas afins com os 200 anos: a instalação da Impressão Régia, no Rio de Janeiro, em 13 de maio de 1808; a estréia do Correio Braziliense, jornal editado por Hipólito da Costa e impresso em Londres, em 01 de junho de 1808; e a estréia da Gazeta do Rio de Janeiro, órgão da Coroa portuguesa, em 10 de setembro de 1808. Vamos, portanto, fazer o levantamento da programação nacional e, com base no trabalho individual, tentar responder a seguinte pergunta: por que a Bahia não está preparando nenhuma programação para o Bicentenário da Imprensa no Brasil? O trabalho deverá ser apresentado em sala de aula, ocasião em que a equipe entregará ao professor uma cópia em disquete e uma impressa. Atenção para o prazo.
PLANO DE AÇÃO TRABALHO COLETIVO AV2
Metodologia: Para uma efetiva participação de todos os alunos na construção do trabalho, a turma será dividida em cinco Grupos de Trabalhos (GTs), que ficarão encarregados de:
- Levantar as informações junto às fontes fornecidas pelo Prof. Tavares (cada GT ficará com duas fontes nacionais e uma fonte portuguesa);
- Elaborar (digitar) parte escrita, atentando para os pontos requeridos pelo professor na descrição do trabalho;
- Responder, com base nas informações apuradas junto às fontes, por que a Bahia não está preparando nenhuma programação para o Bicentenário da Imprensa no Brasil?
- Enviar parte escrita (com as devidas referências) para o e-mail do coordenador (lazarobritto@hotmail.com ou lazarolamberth@gmail.com)
GT (Grupo de trabalho):
- Cada GT será composto pelas mesmas equipes da disciplina Teorias do Jornalismo, no caso, quatro GTs com uma média de 3/4 alunos cada (vide apêndice 1);
- O 5º GT será formado por alunos que não cursam a disciplina Teorias do Jornalismo e, portanto, não possuem equipe formada;
- Todo GT deverá eleger um líder, que coordenará os trabalhos no sentido de ser o responsável pelo cumprimento das atividades, bem como o envio da parte escrita e do relatório de atividades realizadas pelo GT, nos prazos estabelecidos;
Relatório de atividades:
- Independente do desempenho e colaboração de cada GT, o coordenador no trabalho reserva-se o direito de manter um relatório pessoal de atividades, no qual registrará os trabalhos realizados por cada GT, bem como o devido cumprimento de prazos. Todos os relatórios comporão uma única ATA, que descreverá todas as atividades realizadas do início ao fim do trabalho e será assinada por todos os alunos. Esta ata será anexada à parte escrita do trabalho, que será entregue no dia da apresentação;
Trabalho escrito:
A parte escrita será montada pelo coordenador com a ajuda e colaboração dos líderes de GT e conterá:
1) capa;
2) folha de rosto;
3) sumário;
4) apresentação;
5) desenvolvimento (breve histórico do que já ocorreu em preparação ao bicentenário, metodologia aplicada na elaboração do trabalho, referencial teórico consultado, bicentenário da imprensa no Brasil e bicentenário da imprensa em Portugal [onde entrará a parte escrita de cada GT]);
6) considerações finais (parte na qual responderemos por que a Bahia não está preparando nenhuma programação para o bicentenário, dando a opinião da turma);
7) referências;
8) apêndice (ata de atividades da turma) e
9) anexos (caso haja).
Atividades já realizadas e prazos estabelecidos:
- 01/10/07 – passagem de lista recolhendo contatos da turma (nome, e-mail e telefones);
- 01/10/07 – envio do Plano de Ação para apreciação do Prof. Tavares;
- 03/10/07 – envio do Plano de Ação para o mailling da turma;
- 03/10/07 – definição dos GTs, escolha dos líderes e sorteio das fontes;
- 17/10/07 – prazo final para o envio da parte escrita e do relatório de atividades do GT para o e-mail do coordenador;
- 22/10/07 – reunião com os líderes de GT, para revisão e correção da parte escrita e definição da apresentação oral;
FONTES:
- ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS – ABL (GT3)
APÊNDICE 1 – RELAÇÃO DOS GRUPOS DE TRABALHO E FONTES DE PESQUISA
GRUPO DE TRABALHO Nº 1 (GT1)
Bárbara Paula
Cláudia Caciquinho
Lázaro Britto (coordenador)
Fontes:
Imprensa Nacional – IN
Senado Federal – SF
Real Gabinete Português de Leitura
GRUPO DE TRABALHO Nº 2 (GT2)
Elena Martinez
Maria Emília
Tereza Monteiro
Fontes:
Câmara Brasileira do Livro
Jornal Correio Brasiliense
Clube de Jornalistas de Portugal
GRUPO DE TRABALHO Nº 3 (GT3)
Luciano Genonádio
Luciana Zacarias
Nadja dos Santos
Wilde Barreto
Fontes:
Academia Brasileira de Letras – ABL
Associação Brasileira de Imprensa – ABI
Academia Portuguesa da História - APH
GRUPO DE TRABALHO Nº 4 (GT4)
Juliana Barreto
Vinícius Muniz
Zaira Lourenço
Fontes:
Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ (Obs.: Conferir se a Fenaj, com o patrocínio da Brasken, está preparando para 2008, a edição fac-similar de As Variedades ou Ensaios de Literatura, a primeira revista brasileira)
Fundação Biblioteca Nacional – FBN
Observatório da Imprensa do Brasil e de Portugal
GRUPO DE TRABALHO Nº 5 (GT5)
Alexandre Rodrigues
Beliza Dorze
Juliana Barroso
Victor Bugalho
Fontes:
Associação Brasileira de Indústrias Gráficas – ABIGRAF
Associação Nacional de Jornais – ANJ
Centro de Estudos da História do Livro e da Edição – CEHLE
Obs.: O Plano de Ação completo foi enviado para o mailling de alunos da disciplina e para o e-mail da turma no dia 03/10/07. Demais detalhes, consultar coordenador.
Atenciosamente,
Lázaro Lamberth.
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Devo mudar o nome do meu blogger?
Um Pedaço de Mim
Veja o release da obra abaixo:
Por Neuza Leite
Um Pedaço de Mim é um livro simples, de autoria amadora e produção independente. Conta a história de um jovem que, aos 19 anos, descobriu um tumor ósseo no joelho. A obra mostra de forma clara e realista que a vitória sobre o câncer ainda é algo imprevisível, pois, ainda existem algumas formas da doença em que bem pouco pode ser feito, apesar do grande avanço da medicina em diagnosticar e tratar o paciente.
Por outro lado, quando se trata de nossa vida, toda e qualquer batalha sempre vale a pena! Esse senso de valorização pelo que de direito é nosso, é justamente o que o autor procura passar para seus leitores – e de certo modo – ele atingiu seu objetivo, pois seu livro ensina-nos de forma ímpar e magistral, como amadurecer com as adversidades, a enfrentar as perdas, as deficiências e os contratempos que uma enfermidade nos apresenta.
Um Pedaço de Mim revela-nos seus métodos utilizados no combate à doença, bem como o que ele sugere de natural, espiritual e psicológico a uma pessoa que esteja lutando ou auxiliando "entes queridos" na luta contra esta implacável doença. O livro é composto também de cinco anexos que relatam um breve histórico do câncer; como surge, principais tipos, causas, fatores de risco, prevenção e formas de tratamento médico e psicológico aos pacientes afligidos pela doença.








